Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, morta com um tiro na cabeça após mais de 100 horas refém do ex-namorado, Lindemberg Alves, 22, era uma adolescente cheia de vida, que, segundo os amigos de escola, gostava de música romântica e de navegar na internet. Popular, ela tinha uma grande amiga, Nayara da Silva, 15, que também foi ferida após o desfecho do caso.
Aos 12 anos, Eloá aceitou o namoro com Lindemberg, relacionamento que durou dois anos e sete meses, e era aprovado pela família. Foi a adolescente quem colocou um ponto final no romance.
Nessa época de relação turbulenta, a amizade com Nayara ficou mais forte. Elas já estavam no círculo das garotas mais bonitas da escola. Para os colegas, o retorno de Nayara ao cativeiro foi uma prova de amizade.
Uma comunidade na internet, criada em setembro, era uma espécie de termômetro da popularidade de Eloá. Assim que souberam da tragédia, amigos correram para o hospital.
Segundo os amigos de escola e do bairro onde ela morava, Eloá gostava de tirar fotos, navegar na internet e de músicas românticas.
Lindemberg era auxiliar de produção. Depois do expediente buscava a mãe, que trabalha como emprega doméstica. Mais tarde ia trabalhar num restaurante. Fazia entregas.
Ele costumava jogar futebol todo fim de semana. Domingo (12), os amigos estranharam seu comportamento. Segundo o grupo, ele estava triste e falava pouco.
Fonte: g1.globo.com
Eloá era popular e gostava de músicas românticas, dizem amigos
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