Pela segunda vez, universitários do curso de administração de empresas da Faculdade de Agudos (Faag) vão a campo para fazer um raio X das empresas de Agudos (13 quilômetros de Bauru). O diagnóstico vai ser apresentado na primeira quinzena de novembro, juntamente com um pacote de serviços aos empresários.
A segunda edição pretende comprovar se, em um período de um ano, as médias e pequenas empresas sofreram alterações para melhor ou pior. Com os dados será possível traçar um perfil dos empreendimentos do município, enfatiza o professor Zenildo de Abreu.
Segundo ele, a Faag pretende desenvolver a pesquisa anualmente e acompanhar a evolução da firmas. “No ano passado coletamos informações de 191 empresas, médias pequenas e micro empresas. São 30 alunos que participam. A amostragem que vamos trabalhar este ano é de 190 empresas.”
Abreu ressalta que, a intenção é saber se as empresas pesquisadas na 1a versão continuam abertas, se houve evolução ou não. “Principalmente sobre a quantidade de funcionários. Se houve a instalação de novas empresas. Vamos verificar se as mesmas dificuldades apresentadas no ano passado persistem ou se mudaram.”
Perfil de 2007
Na pesquisa anterior, a principal dificuldade do empresariado de Agudos estava relacionada à administração financeira. “Na pequena empresa, geralmente não tem planejamento orçamentário, estratégico. Em muitas dessas empresas, as despesas pessoais se misturam as despesas da pessoa jurídica, isso gera um impacto negativo no gerenciamento financeiro”, avisa.
No ano passado, os dados copilados foram apresentados aos pesquisados durante um café da manhã. “Este ano vamos fazer o mesmo evento para apresentar os dados e a análise. Vamos fazer uma comparação dos dados da primeira com a segunda edição. O diferencial é que apresentaremos um pacote de serviços.”
A assessoria administrativa que será oferecida aos empresários com dificuldades fará parte das atividades complementares para os alunos, avisa o professor. “Eles têm que cumprir 160 horas durante o curso que tem duração de quatro anos.”
Segundo Abreu, a Empresa Jr. da Faag funciona como um laboratório. “O aluno irá até a empresa que manifestar interesse na assessoria e fará um diagnóstico das dificuldades. Junto com os professores, eles adotam os caminhos a seguir para sanar os problemas.
Todos os alunos podem participar, mas o foco principal são os estudantes do terceiro e quarto anos. “Eles têm bagagem teórica, todos os trabalhos serão orientados pelos professores.”
Fonte: jcnet.com.br
Em Agudos, resultado de pesquisas pode gerar mudanças em empresas da cidade
Assinar:
Postar comentários (Atom)
seja o primeiro a comentar!