Depois de 23 dias em greve, bancários dos bancos privados e do Banco do Brasil decidiram encerrar o movimento grevista depois de amplos debates na assembléia realizada na quinta-feira, 22.
Na sede do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região - Conlutas, os bancários dos privados e do BB rejeitaram as propostas da Fenaban e do governo federal, por considerá-las insuficientes, mas decidiram submeter o resultado à maioria das assembléias do país.
Desta forma, a greve nos bancos privados e no Banco do Brasil em Bauru e região está encerrada. No entanto, funcionários da Caixa Federal rejeitaram a proposta e decidiram pela continuidade da greve por tempo indeterminado.
Pela proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos - que representa os bancos privados), terá um reajuste salarial de 10% quem ganha até R$ 2.500 (ordenado e gratificação, sem contar o anuênio/ATS) e de 8,15% aqueles que ganham mais de R$ 2.500. A proposta prevê ainda um aumento para a participação nos lucros e resultados (PLR): a regra básica (80% do salário mais R$ 878) seria alterada para 90% do salário mais R$ 966 – valor da parte fixa reajustado em 10%.
Para os bancos que distribuírem menos de 5% do lucro, o teto do pagamento subiria de dois salários para 2,2 salários. A regra da parcela adicional continua de acordo com o crescimento do lucro, podendo atingir o teto de R$ 1.980. As demais verbas, como os vales alimentação, refeição, auxílio-creche/babá e a 13ª cesta-alimentação seriam reajustadas pelos 8,15%.
Fonte: tribunasite.com.br
Greve na CEF continua em Bauru e região
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