Silvestre vai a Brasília por apoio a torneio 2009

O presidente da Liga Bauruense de Futebol Amador (LBFA), Vicente Silvestre, pretende ir a Brasília ainda este mês para encontrar-se com o ministro dos Esportes, Orlando Silva, e entregar em mãos um projeto ambicioso para a edição 2009 do Campeonato Amador Feminino em Bauru.

Silvestre já se encontrou com o ministro durante uma de suas visitas a Bauru e região este ano. Na oportunidade, o líder da entidade expôs a Silva em detalhes a formatação de um campeonato amador feminino muito mais estruturado do que o atual, com mais equipes e atletas oriundas de escolinhas de capacitação implantadas em pelo menos quatro estádios distritais da cidade.

Segundo o presidente da LBFA, após tomar conhecimento do projeto, o ministro demonstrou interesse em apoiar, inclusive financeiramente, a iniciativa. E é em busca desse auxílio que Silvestre quer ir atrás na Capital Federal este ano. Apesar de ainda não contar com uma estimativa do custo da proposta, que está sendo elaborada para ser inserida no projeto a ser entregue a Silva, o dirigente é enfático. “É algo que não fica nada barato, pois será preciso montar toda uma estrutura física, operacional e de pessoal, que será detalhada no projeto para o ministro”, ressalta Silvestre.

A idéia básica é criar escolinhas para formação das jogadoras em pelo menos quatro estádios distritais do município. Silvestre cita o Nelson Reginato do Canto (Redentor), Silvio de Magalhães Padilha (Padilhão), Antonio Milagre Filho (Milagrão), Horácio Alves Cunha (Bela Vista) e Toninho Guerreiro (Mary Dota) como os alvos para abrigarem as escolinhas. Cada uma delas teria sob sua “guarda” 100 meninas, que aprenderiam - durante quatro horas por dia - os principais fundamentos do futebol com instrutores, dois técnicos e uma preparadora de goleiras, além de receberem o auxílio de duas profissionais de Educação Física.

As escolinhas teriam toda a estrutura necessária para o seu funcionamento - chuteiras, uniformes de atletas e funcionários, materiais de jogo e treinamentos, como bolas, cones e barreiras. Já o processo de capacitação das atletas duraria cinco meses, de fevereiro a junho, e nos seis meses seguintes a LBFA organizaria o Campeonato Amador Feminino com os clubes formados nas escolinhas - pelo menos quatro em cada uma. Desta forma, a competição teria inicialmente 16 equipes. “O ministro Orlando Silva disse que tinha muito interesse em ajudar. Vamos ver o que conseguiremos”, conclui Silvestre.

Fonte: jcnet.com.br

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