Máquinas para cortar asfalto e de compactação estão quebradas

Uma das formas de aumentar a vida útil do tapa-buracos é realizar o serviço com maquinário específico, que a prefeitura já possui, e seguindo método mais complexo que o atual. A combinação dos dois fatores faz com que a massa asfáltica resista por mais tempo dentro dos buracos. Adquiridos em 2006 ao custo de R$ 32,5 mil pela administração municipal, pelo menos dez rolos compactadores e duas máquinas de corte estão parados por falta de manutenção.

Se funcionassem, os equipamentos permitiriam que os serviços fossem realizados com melhor qualidade, garantindo ao buraco recoberto uma durabilidade de até 10 anos. Com o procedimento manual, adotado atualmente, o asfalto novo dura cerca de um ano. “Estamos tentando localizar a empresa que realiza a manutenção dessas máquinas para recuperá-las e colocá-las de volta nas ruas”, comenta Eliseu Areco Neto, secretário de Obras. Um outro plano, segundo ele, é instalar uma usina de asfalto a frio na cidade para complementar a produção de massa asfáltica da fábrica já existente, que hoje tem capacidade para pavimentar uma demanda diária de até quatro quarteirões. “Por enquanto, trata-se apenas de um projeto, que precisa de levantamento e estudo de viabilidade financeira”, destaca.

Fonte: jcnet.com.br

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