Gafes marcam primeira sessão da ‘nova’ Câmara

A estréia da nova Câmara no plenário, ontem, foi marcada por uma sucessão de gafes dos vereadores, que abusaram dos escorregões durante a votação dos projetos.

A maioria dos 16 parlamentares – 12 estão no primeiro mandato – mostrou desconhecimento do regimento interno ou desatenção na hora de discutir as matérias em pauta.

Pela primeira vez na presidência da Câmara, Pastor Luiz Barbosa (PTB) não escondia o nervosismo.

Quando teve que comandar a definição dos membros das comissões temáticas da Casa, se enrolou e foi corrigido por pelo menos quatro vezes pela diretora de Apoio Legislativo, Soraya Ferreira.

Ao ser chamado para indicar o membro do seu partido para a Comissão de Justiça, o vereador Amarildo de Oliveira, do PPS, escolheu José Roberto Segalla, do DEM.

Segalla também foi chamado de “nobre deputado” pelo presidente da Câmara.

Convocado para dar parecer em um projeto, Carlinhos do PS (PP) foi taxativo: “Acompanho o voto do relator”. Detalhe: ele era o relator. Constrangido, teve que agüentar as gargalhadas da platéia.

Até os mais “experientes” se enrolaram. Marcelo Borges (PSDB) chamou Amarildo de Arildo Lima Júnior, vereador que não foi reeleito.

Mesmo com todos os foras, Pastor Luiz classificou a sessão como positiva. “Apesar do nervosismo, foi muito boa. É normal esses errinhos nesse começo”, disse.

Fonte: redebomdia.com.br

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